Deadpool 2 um dos filmes mais aguardados de 2018 finalmente chega aos cinemas. Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme consegue ser maior e melhor que o primeiro, com sequências de ação bem dirigidas pelo diretor David Leich. Ryan Reynolds consegue novamente ser perfeito como Deadpool. Os mutantes da X-Force com exceção da Dominó, pouco se destacam e fazem apenas uma ponta no filme. A Dominó, interpretada pela Zazie Beetz, e o Russel, interpretado por Julian Dennison, são os personagens com maior destaque e desenvolvimento no filme (depois do próprio Deadpool, é claro). O Cable interpretado por Josh Brolin é um bom personagem, mas poderia ter sido melhor desenvolvido.

As referências estão sensacionais, são a melhor coisa do filme, sobrou até pro Wolverine, pro próprio Ryan Reynolds que zoa a si próprio em várias vezes assim como no primeiro filme, e é claro pra DC que é ironizada diversas vezes no longa.

A cena pós-crédito apesar de ser muito engraçada e de cair o queixo acaba invalidando muito do peso dramático do filme.

Deadpool 2 é um bom filme, é melhor que o primeiro, mas acaba falhando no arco dramático e em alguns momentos com piadas que acabam passando um pouco do ponto, durando tempo demais ou sendo simplesmente um repeteco do primeiro filme.

NOTA – 8

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